Atriz viverá par romântico de Gabriel Leone na nova produção Max Origina
A Max acaba de anunciar Bruna Marquezine no elenco da nova produção nacional Max Original VÉSPERA. Produzida pela Boutique Filmes, a série de oito episódios é uma adaptação do romance homônimo da autora best-seller Carla Madeira e ainda não tem data de estreia prevista na plataforma de streaming.
Em VÉSPERA, Bruna Marquezine interpretará Veneza, radiante namorada de Caim e uma obsessão silenciosa de seu irmão gêmeo, Abel - ambos interpretados por Gabriel Leone. A jovem é a melhor amiga de Vedina, e juntas encontram maneiras diferentes de lidar com o abandono de suas respectivas mães na infância. Veneza não guarda mágoas e acredita que tem o direito de buscar sua própria felicidade. No centro de uma trama marcada por relações familiares complexas e dilemas morais, a jovem tem uma carreira profissional promissora pela frente.
VÉSPERA é uma série Max Original produzida pela Boutique Filmes. É escrita por Ângela Chaves e Mariana Torres com direção geral de Joana Jabace, produção de Gustavo Mello e direção de Thalita Rubio. Por parte da Warner Bros. Discovery, o projeto conta com produção de Mariano Cesar, Vanessa Miranda e Anouk Aaron.
Por Daniel Lima Dark estreou no dia 1/12 na Netflix abrindo o catálogo de novas séries do mês no serviço de Streaming. A história acompanha quatro diferentes famílias que vivem em uma pequena cidade alemã. O enredo em si começa com o desaparecimento misterioso de duas crianças e todo o ar sombrio que não deveria ser descoberto começa a ser desvendado.
Com 10 episódios, esse série de suspense alemã (sim, ela não é uma série americana, então o tom é muito mais sombrio ao que estamos mais acostumados, típico de séries da Europa). A série consegue entregar sem problemas uma trama interessante, com diversos personagens (sim, e tem que tomar cuidado para não confundi-los pois eles são muitos mesmos). Recomenda-se assistir mais de uma vez para entender todas as subtramas apresentadas.
Dark é uma série diferente ao que estamos acostumados. Os personagens não são maqueados por falsos sentimentos. Eles possuem seus defeitos e erros na vida, que nos são entregues aos poucos, nos jogando uma linha bem fina no primeiro episódio só para terminar o último com o peso de uma pedra. A experiência maravilhosa de dar inicio ao algo esperando uma coisa, imaginar outra completamente diferente lá pelo quinto/sexto episódio, para no sétimo não ter certeza de absolutamente nada e terminar o décimo com um sentimento extraordinário de gratidão e surpresa com uma obra. E ela termina com gosto de quero mais explicações, e isso é bom.
Com um belo misto de Stranger Things, obras de Stephen King entre outras séries e obras conceituadas, Dark se estabelece como uma reciclagem desses elementos. Algumas cenas ou acontecimentos lembram brevemente coisas já vistas em outras obras, mas ela inova trazendo uma identidade própria aos acontecimentos que faz com que qualquer comparação seja totalmente desnecessária. Isso se torna nítido para quem alcança o último episódio.
Dark é uma série que vale a pena, que leva o seu tempo para contar a história e consegue te levar de um momento sossegado no sofá até a ansiedade que te faz roer todas as unhas da mão, finalizando com o choque quando uma história se entrelaça na outra.
Parabéns mais uma vez a Netflix por entregar uma série tão maravilhosa e tão incrível quanto essa. E sim, já queremos uma continuação pois PRECISAMOS saber o que acontece depois.
Nota do Crítico: 9/10
Caso não conheça a série e não saiba do que estamos falando, fique com o trailer lançado e assista aos 10 episódios no Netflix: