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quinta-feira, 26 de outubro de 2023

Diretor de Loki revela se easter egg tem conexão com Doutor Estranho 2

 Aviso: Spoilers de "1893", o terceiro episódio da temporada de Loki



No terceiro episódio da série Loki, foi revelado um easter egg que poderia estabelecer uma conexão com o filme "Doutor Estranho no Multiverso da Loucura". Na trama, durante uma viagem ao passado em busca de Victor Timely (interpretado por Jonathan Majors), Loki (interpretado por Tom Hiddleston) e Mobius (interpretado por Owen Wilson) encontraram um tributo às divindades asgardianas, incluindo Odin, Thor e Balder, o Bravo.


O episódio 3 de Loki brinca com o ritmo e o humor das animações clássicas, e também introduz Victor Timely, uma variante de Kang, que é o protagonista do episódio.


Embora Balder nunca tenha aparecido no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), houve planos para sua estreia no segundo filme de Doutor Estranho. Nessa versão, o personagem seria interpretado por Daniel Craig e faria parte dos Illuminati, um grupo que acabou sendo derrotado pela Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) na Fundação Baxter. No entanto, a ideia foi abandonada devido a conflitos de agenda de Daniel Craig.


No entanto, em uma entrevista ao Screen Rant, o diretor do episódio, Kasra Farahani, negou que a menção a Balder fosse uma conexão com "Multiverso da Loucura". Ele explicou que a menção a Balder foi uma brincadeira destinada a destacar o personagem de Loki.


"Não, não foi [uma conexão]. Em primeiro lugar, é sobre a piada de que você esperaria que, se tivesse Odin e Thor, uma terceira estátua fosse de Loki, mas não é. Mas também é sobre como usar isso como uma oportunidade para lembrar a Loki e ao público que ele não é apenas alguém que trabalha com a TVA, mas que ele é um Deus. Que ele vem dessa linhagem e que tem esse poder dentro dele", explicou Farahani.


Ele também destacou a importância de não reduzir ou ser racista em relação a diferentes culturas, indicando que a série aborda a complexidade cultural de forma crítica.


Balder estreou nos quadrinhos em 1962, na revista "Journey Into Mystery", e desde então teve aparições esporádicas nas histórias em quadrinhos da Marvel, chegando até a ocupar o cargo de rei do Hel, o submundo da mitologia nórdica. Mais recentemente, ele teve um papel importante no arco "Guerra dos Reinos" de 2019.


A segunda temporada de Loki traz de volta grande parte do elenco da primeira temporada, incluindo Tom Hiddleston no papel principal, Sofia Di Martino (Sylvie), Owen Wilson (Mobius), Gugu Mbatha-Raw (Ravonna) e Jonathan Majors (Kang). Entre as novidades, destacam-se Ke Huy Quan ("Tudo em Todo o Lugar"), Rafael Casal ("Ponto Cego") e Kate Dickie ("A Bruxa").


Com roteiro de Michael Waldron, a segunda temporada de Loki apresenta episódios dirigidos pela dupla Justin Benson e Aaron Moorhead (conhecidos por "O Culto"). Os novos episódios são lançados nas quintas-feiras no Disney+.

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Loki volta trazendo um novo brilho criativo para MCU



Seguindo o ritmo criativo oscilante da expansão do MCU na televisão, a primeira temporada de Loki conquistou o público com sua peculiaridade, porém, mostrou certa falta de originalidade em sua abordagem da viagem no tempo. Ao seguir por um caminho mais seguro, a série foi comparada a outros títulos do gênero que haviam explorado esse tema de maneira mais eficaz, como Rick & Morty e Doctor Who. No entanto, no início da segunda temporada, a produção se afasta das influências externas e mergulha de cabeça em seu próprio universo.


A estreia da segunda temporada de Loki é extremamente promissora. Os conceitos da série são apresentados de forma ágil, mas sem pressa, proporcionando ao público uma compreensão adequada para que ninguém se perca em meio às complexidades das viagens temporais. Apesar de sua dinâmica, a temporada começa sem perder o ritmo e cuida para que cada acontecimento e personagem desempenhem um papel crucial na trama geral da história, algo que está se tornando cada vez mais raro no MCU.


A segunda temporada também parece abraçar a natureza caótica inerente à sua narrativa. Loki traz de volta os movimentos e jogos de câmera que caracterizam animações, contribuindo para a atmosfera peculiar que tanto cativou no ano anterior. Em uma franquia que se estabeleceu firmemente nos cinemas (e em pelo menos metade de suas produções televisivas), é reconfortante ver um título que não hesita em desenvolver uma identidade única, mesmo estando profundamente conectado à grande saga atual do MCU.


O novo ano apresenta uma estrutura episódica melhor definida em comparação à temporada anterior. Com uma divisão mais convencional do que os típicos "filmes de X horas" que dominam as plataformas de streaming, a segunda temporada de Loki parece menos extensa e fatigante do que seus episódios originais.


Como era de se esperar, Tom Hiddleston continua brilhando no papel de Loki. A série oferece espaço suficiente para que o astro explore todas as nuances do Deus da Trapaça, sem perder o brilho de sua natureza vilanesca, que o tornou uma peça fundamental no MCU atual. Owen Wilson também retorna em ótima forma. Assim como na primeira temporada, a segunda temporada utiliza o talento do ator de forma mais profunda do que simplesmente proporcionar alívio cômico fácil, com Mobius permanecendo como um dos personagens mais cativantes do universo Marvel recentemente.


Pelo menos na primeira metade, a segunda temporada de Loki deixa para trás as limitações que afetaram a primeira temporada, permitindo-se explorar territórios mais criativos. A série, agora sob a direção de Justin Benson e Aaron Moorhead, compreende a oportunidade de ampliar os limites de sua estranheza inicial e a utiliza de forma a reacender a esperança de ver o MCU retornar aos tempos de maior ousadia.


Loki estreia no Disney+ na noite de 5 de outubro.


Escrito por: Douglas Rodrigues

segunda-feira, 31 de julho de 2023

Loki faz uma bagunça temporal no trailer da segunda temporada!!!

O trailer da segunda temporada de Loki chegou e o personagem de Loki(Tom Hiddleston) reunido com o amigo Mobius (Owen Wilson), causando muitas confusões na linha do tempo e conhecendo novos personagens (incluindo um interpretado por Ke Huy Quan).



Escrito por: Douglas Rodrigues


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Disney Play - Serviço de Streaming da Disney pode trazer séries de Loki e Feiticeira Escarlate. Entenda!

Por Daniel Lima

Segundo o site Variety, a Disney está planejando séries de TV de grande orçamento focado em personagens da franquia dos Vingadores. Os cotados para iniciarem o projeto são nada menos que Loki e Feiticeira Escarlate, trazendo os atores Tom Hiddleston e Elizabeth Olsen reprisando seus papeis. As séries fariam parte do futuro serviço de streaming da empresa - o já esperado Disney Play.

Ainda segundo a matéria, foi especulado que as séries terão entre seis a oito episódios cada e a produção ficará a cargo do próprio Kevin Feige. A criação dos dois seriados ainda está em um estágio bem inicial e não existem roteiristas atrelados a nenhum projeto.

Apesar de ser um investimento gigantesco, a Marvel ainda vai deixar o seu melhor para os cinemas. Nenhum Vingador original, como Capitão América e Homem de Ferro, deve aparecer na TV. O foco é criar uma história encorpada para personagens coadjuvantes no cinema.

É bom lembrar que um anúncio oficial por parte da Marvel ou da Disney ainda não foi feito. Vamos aguardar por maiores informações nos próximos dias.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Thor: Ragnarok - Filme foi o mais visto no final de semana e se torna a terceira maior estreia do estúdio no Brasil

Por Daniel Lima

Thor - Ragnarok chegou de maneira impressionante aos cinemas brasileiros. Considerado por diversos críticos especializados da imprensa como o melhor filme do herói Thor, o lançamento registrou R$ 26 milhões em bilheteria e mais de 1,5 milhão de espectadores no primeiro final de semana. O resultado coloca o lançamento no terceiro lugar de maior abertura da Marvel Studios no Brasil, atrás de Vingadores – Era de Ultron e Capitão América – Guerra Civil.
O filme estreou na última quinta-feira, 26 de outubro.

Thor: Ragnarok tras no elenco Chris Hemsworth como Thor, Tom Hiddleston como Loki, Mark Ruffalo como Hulk, Anthony Hopkins como Odin, Cate Blanchett como Hela, Tessa Thompson como Valquíria, Jeff Goldblum como Grão-Mestre, entre outros.


Confira nossa crítica [AQUI]

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Crítica - Thor: Ragnarok

Por Daniel Lima

Estreou hoje nos cinemas brasileiros, Thor: Ragnarok, o terceiro longa do nosso querido Deus do Trovão e diferente de seus antecessores, vemos nos primeiros minutos o tom da aventura que virá nesse novo filme.

Os dois primeiros filmes solo do Thor nos entregaram um Thor que possui uma personalidade forte, com um senso de justiça e ideiais inabaláveis e um tom levemente cômico (você sabia que o humor estava lá, mas a sutileza com que era apresentado não fazia com que notassemos com clareza).
Para alguns fãs (como eu) esse eh tom certo do nosso querido deus. Para outros, faltou empatia com o público, que se perguntava: “Afinal, quem é o Deus do Trovão?”.

O Thor que nos é apresentado nesse longa é definitivamente diferente do que já vimos em qualquer filme da Marvel, com piadas longas e um humor muito preciso. Afinal precisávamos ter mais uma pontinha do humor de Chris Hemsworth visto em “Caça-Fantasmas” (2016).

Graças aos deuses, o longa não se prende ao humor em 100% do roteiro. Ele é sutil, e ironicamente auto-depreciativo (características fortes do diretor Taika Waititi).

A trama começa com Thor sendo enviado para o planeta Sakar, aonde uma luta entre gladiadores o coloca para enfrentar o um ex-aliado e companheiro Vingador – Hulk.  Preso do outro lado do universo e sem o seu martelo poderoso, ele encontra-se numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e impedir Ragnarok – a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana. Seu povo se encontra nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a implacável Hela. Ele precisará recrutar um time para combater a Deusa da Morte, e impedir o fim do mundo.

Sua interação com o Hulk é impagável, e o verdão também ganha bastante destaque como co-protagonista (embora sentimos que faltou um pouco mais de explicação de como ele foi parar em Sakar e como adquiriu a conciencia falante mostrada nos trailers). Uma pena é ter pouquíssimas cenas com Mark Ruffalo.

Tessa Thompson nos apresentou uma INCRÍVEL Valquíria enquanto Cate Blanchett deu um show nos apresentando a vilã Hela. Ponto negativo, apesar de Cate dar o máximo e o melhor de si, seu tom caricato nos faz remeter imediatamente a uma cópia de Rita Repulsa (Elizabeth Banks), do longa Power Rangers (2017).

Tom Hiddleston como sempre entrega uma atuação impecável como Loki, e Jeff Goldblum está impagável como o Grão Mestre.


Dentre todos os filmes de Thor, Ragnarok com toda a certeza é o melhor. Porém ainda não pode ser considerado como o melhor filme do MCU.

Nossa singela nota é 7/10.

Observação importante:

O filme possui duas cenas pós-créditos, sendo uma delas extremamente importante para o que vem a seguir em Vingadores: Guerra Infinita.